terça-feira, 8 de março de 2011

By @ivaldolima - Rachel Sheherazade esperando a quarta-feira de Cinzas. ...

Postado por Liz Cestari às 19:48 1 comentários

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Procura

Postado por Liz Cestari às 10:19 0 comentários

Minha busca, inquieta e intermitente, suga-me as horas e as ideias. Correndo e alcançando a ausência, imponho-me nulas expectativas.
Como as horas se arrastam nessas claras tardes de verão! Quisera eu ter um sentido para todo esse desperdício de energia que escorre pelo infinito espaço. Aonde irão os ventos que explodem contra minha insensatez? Percorrerão campos, mares, cidades? Ou desmaiarão sob nuvens de tempestade? Estou onde deveria estar ou foi a obstinada resiliência que me acorrentou aos meus ideais?
Sou uma gota perdida num canto escuro da existência, procurando brechas no inexorável entardecer. Uma gota que teima em ser mar. Nada mais.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Lista despretensiosa de desejos

Postado por Liz Cestari às 13:13 1 comentários



Ver a luz do verão em Paris
Conhecer Thomman Kinkade
Ir a Martha’s vineyard
Revisitar todos os velhos amigos
Engordar 10 quilos na Itália
Ter mais quatro ou cinco filhos
Nunca morrer, mas caso isso não ocorra
Ter todos os que um dia amei reunidos para me sepultar
Sem jamais ter precisado dizer adeus...

sábado, 29 de janeiro de 2011

incubadora de pensamentos

Postado por Liz Cestari às 09:23 0 comentários

Meus pensamentos perdem-se entre tantos afazeres. Ora choram, ora retorcem-se, querendo nascer. Infelizmente, muitos cresceram apenas para morrer ao fim do processo. Simplesmente não havia meio de deixá-los partir.
 Quando uma criança deixa o abrigo do corpo da mãe, deixa de ser exclusivamente dela e  passa a ser compartilhado com resto do mundo. Pensando um pouco a esse respeito, muitas vezes ouvi mães dizerem que gostariam de poder pegar os filhos e guardá-los novamente dentro de si, abrigando e protegendo-os num cosmo silencioso, pulsante, calmo. Isso até faria sentido se fosse de alguma maneira possível. Afinal, dentro de nós há garantias. Uma vez nesse outro mundo, gigante e assustador, nada é certeza e tudo é risco.
  Há ainda aqueles filhos rejeitados  e excluídos das vidas de muitas mulheres. Mas, uma mãe de braços vazios é a coisa mais triste do mundo. Mesmo quem pensou que poderia escolher se queria ou não ser mãe naquele momento da vida não pôde, de fato, escolher. Já havia sido escolhida e, por mais que talvez não levasse adiante a gravidez, tornou-se mãe: mãe do que não foi, mãe de sonhos inacabados, para sempre pensando no que poderia ter sido.
Sonhos são embriões de conquistas.
Não se engane! Todos carregamos em nosso íntimo sonhos abortados: não era o momento, não daria certo, não conseguiria, não tive apoio. As desculpas que podemos dar são inúmeras. No entanto, todas contêm a seguinte verdade: fomos incapazes de deixar nossos sonhos sairem de nós.
Sonhos abortados não têm cura. Eles continuam ali em forma de cicatriz, lembrando-nos da nossa covardia. Marca estranha e dolorida.
E eu me pergunto: por que ainda muitos de nós escolhe não arriscar e deixá-los viver, apenas para saber aonde esse caminho vai levar?

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Nada mais verdadeiro

Postado por Liz Cestari às 08:22 0 comentários


terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Postado por Liz Cestari às 06:53 0 comentários
Quem quer faz. Quem não quer tenta.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

não sou a única

Postado por Liz Cestari às 07:25 1 comentários

Nessa manhã, acordei com uma ideia bem legal martelando minha cabeça e fui  conferir se ela era mesmo original como eu pensei que fosse. Bem, não era.
Há dezenas de blogs, antigos até, cristalizando o mesmo pensamento que só anos depois me ocorreu. Mas esse post não é sobre isso, ou melhor, não é apenas isso.
As ideias, parecidíssimas, estão lá, mas não foram desenvolvidas. Apenas dois colocaram o negócio para andar.
Isso me fez pensar quantas pessoas nesse mundo tem sonhos, planos, que não saem do papel. É muita gente, gente demais. E eu, na minha ignorância, me pergunto o  porquê disso. Por que é tão difícil tirar planos do papel? Seria a mania de perfeição, o medo de errar? A gente acaba acreditando que as coisas tem que ser perfeitas para serem feitas e, aí,  termina  fazendo nada.

Tudo que sei é que vou dar adeus a esse clube de não-fazedores...

Assim como não vou deixar de cozinhar por minha comida não ser de um gourmet, não vou deixar de fazer outras tantas coisas por não ser uma expert. Vou tentando. Acertando algumas vezes, errando outras tantas.
E coragem... Se não não acreditarmos em nós mesmos, quem mais vai acreditar?

MINHA INSPIRAÇÃO MUSICAL

 

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